13.2.10

paladinos da liberdade de imprensa

O semanário SOL é um grande defensor da liberdade de imprensa. Neste país, Portugal, onde as liberdades estão ameaçadas pelo maléfico Sócrates e quejandos.
O semanário SOL, na edição para Angola do seu último número, omitiu duas das páginas dessa "reportagem" sobre as escutas ao "polvo". Estavam, nas páginas omitidas, transcrições que envolvem Joaquim Oliveira, sócio de Isabel dos Santos na ZON. Alguém imagina quem seja Isabel dos Santos? Alguém faz ideia das razões para este desaparecimento de duas páginas? Parece que a direcção do SOL diz que foram "motivos técnicos".
São muito corajosos, mas é em países ditatoriais, como Portugal. Em países livres, como Angola, já são mais cuidadosos com as filhas do presidente.

(Lido na primeira página do Expresso de hoje.)


pensar mais à frente

10:00

Valupi, no Aspirina B:
«[...]os debates políticos obedecem a códigos tácitos onde se representa o adversário como inimigo, não como parceiro de solução. Esta lógica de conquista e ocupação do espaço governativo por exclusão, num qualquer futuro, será vista como arcaica. Corresponde a um absurdo económico, pois esbanja inutilmente recursos intelectuais ao não procurar consensos.»
Ler tudo aqui.


12.2.10

as duas Judites (de Sousa)

e alegre se fez triste



No meio desta tempestade toda, depois disto, o que tem a dizer o único candidato a Presidente da República que já está no terreno, por vontade própria e sem ter sido empurrado por ninguém?


mais um acto de censura de Sócrates

coz(s)er o polvo


Sugiro a leitura de um post do 31 da Armada. Autor: Francisco Proença de Carvalho. Título: O outro polvo.


polvo

dedicatória


Aos que acham que se podia "falar menos de política".


Por Chema Madoz

hermenêutica / André Macedo


René Magritte, Le Viol, c. 1934

O editorial do i , hoje assinado por André Macedo e intitulado O país entre o heroísmo e os animais acossados, termina assim: "Não há nada pior do que um animal acossado. Sócrates tem andado assim no último ano e meio. Veja como está o país."

Para o meu fraco entendimento, este grand finale é misterioso. Usa uma construção que deixa uma dúvida fundamental acerca do destinatário do apelo contido na última frase. A quem se pede que "veja como está o país"? A nós, leitores, é-nos pedido que avaliemos o resultado de ano e meio de acosso ao PM? Ou é pedido ao PM que, ele mesmo, avalie o resultado para o país de ele estar acossado há ano e meio? A diferença está no seguinte - e por isso importa a interpretação: se somos nós, leitores, os convocados, então o ano e meio de acosso é posto perante gente que, em princípio, não tem aí qualquer responsabilidade; se é ao PM que a fala se dirige, essa invocação toma o ar de uma interpelação sugestivamente incriminatória, de uma exigência de justificação, até de uma censura de fundo e com retrospectiva.
Ora, não me parece defensável que se peça à vítima deste longo e intenso acosso que responda pelos autores do assédio. Esta é a razão pela qual julgo negativamente aquela construção ambígua, por ter ela o efeito de colocar quem vitima e quem é vitimado no mesmo plano. Em democracia precisamos de métodos democráticos, também para julgar os actos dos políticos, que não se traduzam no assassinato pelo método da nuvem de fumo. Nesse método não há defesa, não há fuga, não há responsabilidade, não há verdade.
E, sim, o país paga caro por isso. É preciso é saber a quem é justo passar a factura. Em vez de a distribuir ao modo de Pilatos, para rejubilo da turba.


chove sobre santiago


Tarefa: pensar nisto.




palavra de Sofia

11:46


Manter a lucidez, ver o essencial.
(http://defenderoquadrado.blogs.sapo.pt/615537.html)


Europa, Adolfo Casais Monteiro








a cena patriótica de Nuno Melo...

vestido para o autocarro 718 (amoreiras-isel)


Desaconselhado em horas de ponta.

expectativas

01:58


A 20 de Outubro passado, à espera da entrada deste governo, escrevi este texto: Expectativas. O Pacto para o Emprego. Passados uns meros três meses, parece uma expectativa de outro mundo. Um delírio. Uma boa medida, acho eu, do estado de loucura geral em que vive este país. A crédito de quem? pergunto eu.


no porto de amesterdão

01:35





11.2.10

viagem a portugal

[ Foi então que te vi inteiriçado ]


Foi então que te vi inteiriçado
em facas.


Os teus olhos abriam dois
buracos na manhã.
E de aí um medo antigo de
tropeçar


na primitiva e inominável insolência
do teu abandono.

Eduardo Pitta

aulas gratuitas com assistência


Judite de Sousa acabou de receber uma lição de Estado de Direito, de borla, pela voz própria de Noronha do Nascimento. Duvido que ela seja senhora para aprender com o que ouviu, mas era capaz de lhe fazer bem. Escapatória: fazer uma espécie de resumo em que o importante é que "Cavaco não consta". Desta feita foi mesmo uma Grande Entrevista. Graças ao Presidente do Supremo, que não se vergou nem um segundo ao politicamente correcto.

é agora, o golpe de estado?

a providência divina (perdão, cautelar)


Há muito por aí quem grite mas não me mereça crédito. Tomás Vasques merece-me crédito, tenho de considerar os seus argumentos. Escreve ele, no hoje há conquilhas, amanhã não sabemos, a propósito da providência cautelar sobre o Sol:

Contudo, sou de opinião que uma providencial cautelar destinada a «impedir a publicação de…», independentemente da decisão judicial final sobre o pedido, provoca sempre o efeito contrário ao desejado. Sempre provocou, mas nos tempos que correm, numa sociedade hipermediatizada, a «publicação de…» é impossível de impedir e só amplia a sua divulgação.

Vasques tem seguramente razão sobre o efeito da iniciativa. Efeito mediático. Claro, fica mal, é fácil de atacar, deixa os autores sob suspeita geral. Mas, Caro Tomás, isso não é tudo na vida. Dessa armadilha têm consciência os que provocam a situação: sabem que ganham em todos os tabuleiros, no que toca a publicidade gratuita e no que toca a vendas futuras, façam os outros o que fizerem. Mas as vítimas, Tomás, as vítimas: quem lhes pode pedir o sacrifício de não reagir? Tens razão na questão táctica, na questão de fundo suponho serem ponderáveis outros valores.
Claro, Tomás, nesta área temos mesmo de ficar incomodados com a necessidade de chegar a este ponto para fazer respeitar a lei. Mas, por outro lado, os visados - insisto, as vítimas, que são vítimas desta forma de proceder mesmo que sejam culpados do que se lhes aponta - os visados têm simplesmente de comer e calar, qualquer que seja a ignomínia? E se fosses tu, Tomás, e se fosses tu?

o dragão funcional






polaroid


Às vezes basta pouco para definir uma pessoa.
Escrevi esta manhã um post onde criticava (de passagem) uma forma de expressão ocorrida numa peça do jornalista PPM na edição de hoje do i. Também - aí já por causa do ponto que me interessava - fui participar numa troca de comentários neste post d' O Insurgente. Troca civilizada, em geral. Não obstante...
...o mesmo PPM foi lá para me dirigir a seguinte fala: «O Porfírio faz o quê na vida para eu poder dizer que é bom em qualquer coisa?».
Este simples, breve e espontâneo gesto de PPM é interessante. Porque:
(1) PPM não discute política, sequer língua portuguesa, sem se arrogar o direito de pedir o BI ao interlocutor. O BI ou o CV. Talvez também o certificado de registo criminal. Se calhar também aquela coisa que diz que fui à tropa. (Não diz.) Suponho que PPM acha que, no caso dele, as credenciais estão apresentadas por natureza.
(2) PPM acha, não sei bem a que título, que ele é competente para (e capaz de) me avaliar (dizer se eu sou bom em alguma coisa, na expressão dele). Para seu esclarecimento, a minha subsistência depende de quem me avalia, gente que eu nem escolho. E não invoco, como outros, que a avaliação me perturba psicologicamente. Mas mantenho o direito de me rir muito da sua reivindicação de poder ser meu avaliador. Instantâneo, ainda por cima.
(3) A reacção de PPM talvez seja de puro e genuíno espanto por, enquanto ele se preocupa com questões importantes e gente de peso, aparecer um anónimo qualquer, como eu, a ousar criticá-lo, mesmo que incidentalmente. Isso diz alguma sobre o estado do círculo de intervenientes na coisa pública. Talvez se surpreendesse menos se eu usasse o estilo dos comentários mais frequentes nos sítios em linha dos jornais. Mas não: que se há-de fazer?
Gosto muito de instantâneos. Retratos instantâneos, quero eu dizer. Mesmo que sejam pequeninos. Tipo 3 por 5. Centímetros. Os instantâneos, claro.

Mandela

14:01


Mandela saiu em liberdade há 20 anos.


bom jornalismo



O jornalista Paulo Pinto Mascarenhas veio à caixa de comentários deste blogue reinventar a língua portuguesa - mas fora de qualquer acordo ortográfico. É a propósito do meu post anterior, e de saber se Nixon se demitiu (o que foi o caso) ou se foi destituído (o que não foi o caso). Escreve ele: "o comentador Porfírio Silva deve decerto saber que escrever que alguém foi destituído das suas funções não quer dizer que tenha sido por outrém. Ou seja, Nixon ao demitir-se foi destituído das suas funções."
Aplausos, PPM, aplausos. Clap, clap, clap. Mas que grande folgazão!
Olhe, PPM, agora a sério: isso é como se, tendo eu morrido pacatamente e pela força dos dias que passam, alguém dissesse que eu tinha sido assassinado... pela morte natural.
Ainda para mais quando Nixon se demitiu... para não ser destituído ou demitido ou exonerado, porque as distinções são aí mais técnicas. O que não é nada técnico é que Nixon foi pelo seu próprio pé, para evitar o processo de ser levado à porta, de depois da porta encontrar outras prendas, como seria o julgamento pelos seus actos criminosos. Nixon demitiu-se para evitar as consequências da destituição e como parte de um pacote de "controlo" da situação, que incluiu o perdão presidencial de Gerald Ford.

trapalhice


O jornalista PPM publica hoje no i uma peça sobre a petição "Todos Pela Liberdade", que, de passagem, serve para dar a saber da concentração marcada debaixo da mesma bandeira. A peça inclui, no título, uma expressão entre aspas: "O presidente Nixon também não foi preso". O texto não esclarece quem terá proferido essa afirmação, citada entre aspas. Valeria a pena (já lá vamos).
O próprio jornalista parece baralhar um bocado os narizes: apesar de citar Henrique Raposo a dizer que "Nixon não foi preso mas teve de se demitir", o que é verdade, PPM acrescenta que "Nixon foi destituído das suas funções depois do caso Watergate". Afinal, demitiu-se ou foi destituído? Demitiu-se, mas PPM não vê dificuldades nos pormenores.
Voltando ao ponto: "O presidente Nixon também não foi preso", uma citação cuja paternidade não parece claramente atribuída, mas que é capaz de ser devida ao único entrevistado na peça que menciona Nixon, a saber, Henrique Raposo. Ora, esse dizer merece esclarecimento. Nixon não foi preso porque foi perdoado pelo presidente seguinte, Gerald Ford. Ford, sendo o vice-presidente de Nixon, foi presidente graças à demissão de Nixon. E deu-lhe o seu perdão por qualquer crime que tivesse cometido. Na verdade, não fosse esse perdão político, Nixon poderia mesmo ter sido condenado e preso. Porque, ao que se sabe, Nixon cometeu mesmo crimes graves.
É nesse ponto que tudo é diferente. É esse ponto que os peticionários querem obscurecer. E isso não deixa de ser assim por haver por lá militantes do PS zangados por nunca terem sido ministros. A mentira não passa a ser verdade por causa da molhada. Nem por causa de a mentira invocar causas nobres.

apostas

10:44

Aos que pensam que Pedro Passos Coelho está mal preparado para ser presidente do PSD: esperem para ver Paulo Rangel mais do que fugazmente e vereis como sois injustos.


pequeno título



Na capa da Visão de hoje: "Mário Crespo: Alegre enviou-me sms de solidariedade."
Morreu-lhe alguém?


só raia chaves

00:28

Sim, no passado fim de semana fui ver A Bela e o Paparazzo, último filme (em data) de António-Pedro Vasconcelos. Rapidinho, que se faz tarde, meia dúzia de palavrinhas. Foi o primeiro filme que vi onde entre aquela rapariga que a minha mulher diz que é muito expressiva corporalmente: nota-se que tem estudado qualquer coisa; mais tarde ou mais cedo terá um grande papel. A história não é mais tonta do que tantas histórias banais. O trio de rapazes da casa, com o Markl à cabeça a declarar a independência, é o único núcleo de verosimilhança narrativa do filme. E já dá muito que entreter. Entretenimento. Adiante, que vem aí o Rangel e os outros. Desculpem qualquer coisinha.



10.2.10

razões para Paulo Rangel

23:00

Durão Barroso paga a dívida

16:15

os casos são feitos para morrer

O Freeport está mudo, porque não havia nele afinal nada do que interessa aos falsos moralistas da coligação negativa. Mas, a seu tempo, era uma "evidência". Uma evidência para os que acreditam em aparições na Cova da Iria ao jeito de O Milagre segundo Salomé. Outros casos estão esquecidos por não serem da cor escolhida para esta guerra civil em curso (formato nihilismo). A senhora de Sexta à Noite, que foi andando por dar mau nome à casa, recolhe donativos para a coroa de mártir e vai picando os dedos todos para manchar o lençol que provará a virgindade. E o país, sem problemas, agradece o circo. Que o pão, esse, não.




este não é candidato a presidente do PSD



O i titula que "Sócrates insiste que PT não informou Governo sobre intenção de comprar a TVI".

Mas é Sócrates que insiste?!

Dêmos a palavra ao presidente do Conselho de Administração da PT, Henrique Granadeiro: "Reitero (...) que não recebi nenhuma indicação, quer directa, quer indirecta, do primeiro-ministro ou do ministro das Obras Públicas. (...) A decisão que nós tomámos, e que foi comunicada ao mercado, foi tomada única e exclusivamente por motivos de oportunidade de negócio. Quando a possibilidade se desfez, porque não chegámos a acordo, comunicámos ao mercado através da CMVM." (aqui)


estupidez científica



A propósito dos afídeos, uns insectos minúsculos que se alimentam da seiva das plantas e que exibem um comportamento social, escreve-se hoje no i que há uns cientistas perturbados por esses bichinhos exibirem um aparente altruísmo. Diz um deles: "Estamos interessados em perceber por que razão os animais são simpáticos para os outros - porque mostram um comportamento social. É intrigante porque, quando há uma luta feroz por recursos, ajudar os outros parece um jogo estúpido." Estupidez é o individualismo cego, e pouco científico, que contamina estes cientistas.


we live in a political world

08:55

9.2.10

a urgência



O relato do Sol sobre as "escutas proibidas" avança uma justificação para uma alegada pressa na concretização do negócio da TVI, por sua vez explicativa de certa celeridade em determinados actos processuais: o facto de se estar "a três meses das eleições legislativas". Seria essa proximidade das eleições justificação, também, para o modo de agir do polícia, do procurador e do juiz?


divina trindade



Um polícia, um procurador da República e um juiz – Deus é uno e trino, segundo a melhor teologia – viram o perigo avançar e mobilizaram-se contra o Maligno. Uma das três pessoas divinas, desse reino dos céus que fica para os lados do leitão da Bairrada, o procurador viu assim a coisa: “um plano governamental para controlo dos meios de comunicação social visando limitar as liberdades de expressão e informação a fim de condicionar a expressão eleitoral através de uma rede instalada nas grandes empresas e no sistema bancário”. Mesmo naquele recorte de escutas, tão bem recortada pelas duas senhoras jornalistas, não vejo nada que pudesse resultar em condicionamento da expressão eleitoral. A não que o Jornal de Sexta fosse, em si mesmo, uma peça tão importante de um plano eleitoral que a partida de Manuela constituísse uma forte alteração da condições eleitorais. Seria isso?

a rede



Uma expressão relevante nas peças do "processo" de atentado ao Estado de Direito por parte do Governo (ou "caso Sol nasce em Aveiro") é aquela coisa da “rede instalada em grandes empresas e no sistema bancário”. Traduzindo: trata-se da ignomínia que constitui a presença de gente do PS nesses meios. É crime, ou pelo menos suspeito, que dirigentes do PS sejam empresários, administradores de empresas ou altos quadros – porque o natural seria que todos esses lugares fossem ocupados por duques, condes ou marqueses, ou, pelo menos, por gente dos partidos decentes, necessariamente da direita, dos que se sacrificavam por esses encargos. Os dirigentes do PS, por definição, deviam, quando muito, ser dirigentes de cooperativas ou de associações recreativas. Tudo o mais coloca-os logo sob suspeita: andarem por aí a fazer negócios, onde se encontram em mesas de conselhos de administração? Só pode ser tramóia. Se dirigentes do PSD ou do CDS se encontrarem nas mesmas mesas, e fizerem igualmente negócios, estão a fazer o seu trabalho. Já dirigentes do PCP e do BE supõe-se, mesmo que se encontrem a essas mesmas mesas, estarem lá para boicotar o capitalismo, a mais ou menos longo prazo. O que, enfim, se compreende. Agora, tipos do PS, nessas mesas, é que não. Isso faz uma "rede". "Instalada", claro.


as escutas proibidas



Consegui, finalmente, ler o Sol e a coisa das escutas proibidas. Há por lá muitas pérolas. Comentaremos algumas nos intervalos. Entretanto, só esta anotação. As senhoras que editam o texto das escutas, a certo ponto, comentam assim uma afirmação de Rui Pedro Soares e Paulo Penedos: «O ego dos dois é enorme (...)». Parecem as senhoras, momentaneamente, aperceber-se de que não podem dar crédito total ao que aqueles dois dizem entre si. Isso não as impede de, em tudo o resto, considerar sagrada a palavra dos tais dois do ego enorme. Sempre que isso seja para sugerir qualquer mão suja a Sócrates, já não há dúvida que lhes ensombre o espírito.


liberdade de imprensa


Basta andar pela rua e ver os escaparates dos quiosques de jornais para perceber que a imprensa não é livre em Portugal. E só títulos a tecer loas ao governo. E críticas aos governantes, nenhuma, em jornal nenhum.
Além do mais, os grandes patrões da comunicação social são todos históricos do PS, enquanto os meios da oposição não têm acesso, sequer, a uma grande televisão. Veja-se o caso de Pinto Balsemão, esse grande socialista.
Na verdade, um socialista bom é um socialista silenciado. Como é sabido, é histórico que seja a direita a mandar nas empresas, nos bancos, nessas coisas que interessam. Mexer nisso, ou sequer pensar em mexer nisso, ou mesmo que seja falar nisso em privado, deve ser duramente causticado.
Ou não será assim?

8.2.10

fogos / destinos / visões / fábulas


Jules Bastien-Lepage, Joan of Arc (1879)
(@ The Metropolitan Museum of Art, New York)