14/03/11

testar a paciência dos grandes homens


O Expresso ofereceu no sábado passado uma biografia de Nelson Mandela, com um prefácio de Mário Crespo, pessoa esta que foi membro do Gabinete de Imprensa Militar de Kaúlza de Arriaga, em Moçambique, donde fugiu à "bagunça" do 25 de Abril para a África do Sul, onde na Joanesburgo branca nunca se deu conta do que se passava no Soweto, até porque, segundo ele próprio declarou há não muito tempo, "não fazia sentido naquela altura" ser combatente anti-apartheid, já que "não havia motivação para o ser".

6 comentários:

MFerrer disse...

Ou mostrar a indigência moral e intelectual de quem se nos apresenta como um caso de consciência, uma madre teresa engravatada?
Que raio de unanimismo corporativo é este que apenas lhes dá ( aos chamados jornalistas ) para não verem o que os rodeia?

ariel disse...

Excelênte título Prfério.... eu nem consigo pegar no livro com descontração, parece que me queima as mãos.

Porfirio Silva disse...

ariel, provavelmente não vou ler o livro, pelo menos para já. Li há uns anos a autobiografia dele (do Mandela, não do Crespo, cruzes canhoto truz truz truz), que me pareceu bastante equilibrada e abrangente. Admiro muito o Mandela, mas mais que uma biografia por herói (ou anti-herói) ultrapassa os limites do que consigo fazer para me manter à tona de todos os meus interesses de leitura (que são mais do que a capacidade).

mdsol disse...

:)

ariel disse...

Porfirio, desculpe a trapalhice com o seu nome, passei por aqui à pressa e foi no que deu....

:)))

Porfirio Silva disse...

ariel, eu percebi, eh eh eh ...