19/04/11

quem mais não pode, a mais não é obrigado

2 comentários:

Anónimo disse...

Como um tipo destes ainda anda por aí à solta é um um absurdo, ou melhor, um particularismo cultural.

joshua disse...

Não vale a pena bater mais no ceguinho, Porfírio. Profírio rosas, meu amor, à pátria, já escrevia Ricardo Reis.