16.5.14

o eterno cadáver de Sócrates.

15:16

Há um jornal diário que relata hoje o que seriam as hesitações da direcção do PS acerca de deixar ou não deixar José Sócrates entrar na campanha eleitoral do seu partido. A história começou na edição em papel, evoluindo depois, na edição em linha, para a versão de que Sócrates está guardado para o último dia. Não sei o que será exacto ou especulação nesses relatos, mas nem interessa: que isto seja "notícia" mostra bem por onde tem andado o PS nos últimos tempos.

Há candidatos a deputados europeus, parecendo dar voz aos receios da direcção do PS, que temem que o aparecimento de Sócrates "levante velhos fantasmas" e "forneça argumentos aos partidos do governo". E temem bem: a actual direcção do PS foi a principal responsável pela legitimação da narrativa do PSD e do CDS acerca da crise.

A actual direcção do PS, por palavras e por silêncios, suportou as estórias da direita acerca da natureza socrática da crise: afinal, não foi uma enorme crise internacional - mas uma crise provocada pela má governação de Sócrates; afinal, não foi a União Europeia a incentivar uma resposta "despesista" à crise, tendo mudado depois de agulha e deixando à sua sorte quem ficou mais exposto aos mercados - mas um devaneio socrático; afinal, aqueles que provocaram a crise política (empurrando o governo para a demissão com o chumbo do PEC IV, que era aquilo em que a UE estava disposta a apostar) não tiveram responsabilidade nenhuma no resgate - como se sabe, os mercados adoram investir em países em crise política. A actual direcção do PS sentiu necessidade de deixar passar essa narrativa da direita, para efeitos internos (esmagar o fantasma socrático) e não pensou um segundo sequer no efeito que esse silêncio cúmplice teria na legitimação da política governamental.

Mesmo depois da crise interna, quando Seguro e Costa pareceram dar as mãos em nome do superior interesse do partido, o sectarismo da direcção do PS não mudou nada no essencial. Seguro é mais sorridente, mais redondo ainda do que o costume, mas não perdeu nenhum dos preconceitos e leituras erradas acerca do passado recente - e não deu nenhum passo relevante para uma abertura do partido a valores que circulam fora do seu círculo. A abertura de Seguro a Assis é inconsequente: Assis fala bem mas não tem um pingo da adesão à realidade da governação de um país, adesão à realidade que caracteriza António Costa e o torna diferente no contexto actual da política nacional. Aliás, candidatar Assis ao Parlamento Europeu foi uma mera jogada interna, para poder dividir algum resultado eleitoral que fosse menos risonho. Esta abertura a Assis não esconde que Seguro continua a ter uma ideia acerca dos mais recentes anos da vida nacional que é uma leitura, na melhor das hipóteses, infantil - e, na pior das hipóteses, criminosa, porque o deixa incapaz de perceber o que é preciso fazer no futuro.

O regresso do fantasma de Sócrates mostra que o PS de Seguro continua a pensar que somos todos tolos. Se Sócrates é que teve a culpa da crise internacional, não é por esconder o homem na RTP que isso deixa de ser importante na avaliação política. Se Seguro pensa isso, está errado, mas pelo menos que seja consequente: que o diga ao país, com todas as letras. O que não vale a pena é andar a jogar às escondidas. Os portugueses só podem esperar que contribua para o nosso futuro comum quem seja capaz de assumir o passado; quem tenta esconder o passado na gaveta, por fraqueza pessoal ou por falta de senso político, dificilmente poderá convencer os portugueses da sua capacidade para liderar um caminho de futuro.

Entretanto, a campanha segue às mil maravilhas: tanto a direita como a esquerda da esquerda estão a conseguir passar a mensagem de que, em termos europeus, PS e PSD/CDS não diferem muito. O próprio Assis parece apostado em deixar marinar essa colagem. Entretidos a fazer das Europeias uma espécie de treino para as legislativas, os socialistas não percebem que "esta" Europa não diz nada de bom aos portugueses - e que, por isso, estão a prestar um mau serviço à alternativa europeia com este discurso de convergência mole. Aproveitar as Europeias para falar de governo não deveria servir para deixar cair o europeísmo português numa modorra que não augura nada de bom.

As sugestôes do João Miguel.




[o que é isto?]



Para conseguirmos faire marcher le devoir et l'amour. (Carmen, 2º acto)


Gostei francamente do concerto de Mário Laginha!
Já o salão nobre do Ministério das Finanças foi uma desilusão. Até o Almada (2 telas, das menos interessantes que lhe conheço). Valeu a pena ouvir os jovens músicos da Metropolitan.
No dia 21 há uma possibilidade de visitar o Palácio de Palhavã no âmbito do ciclo Portugal e Espanha – através dos tempos, último século (organizado pelo Instituto Adriano Moreira da Academia das Ciências)

Dias 17 e 18, Dia Internacional dos Museus 2014 - Museus: as coleções criam conexões . Imensa oferta! Cada museu desenvolveu o seu programa. Eu respiguei um número muito limitado dessas iniciativas, (algumas, relacionadas com a inauguração de exposições, estão na matriz de exposições) mas sugiro que consulte http://www.igespar.pt/media/docs/2014/05/15/18_maio_2014a.pdf e construa um roteiro pessoal. Muito mérito das equipas em conseguirem manter o espírito da data.

  • De 16 a 18, no Pavilhão de Exposições da Tapada da Ajuda, 4ª Festa da Flor de Lisboa (www.isa.utl.pt)
  • Até dia 18 (quarta a domingo às 22h00), no Teatro Meridional, Rua do Açúcar Nº 64, Menos Emergências, de Martin Crimp, pelo Teatro do Eléctrico (8€)
  • Até dia 18, ciclo de cinema: 8 ½ Festa do Cinema Italiano
  • Até dia 18, nas lojas da DGPC (direcção geral do Património Cultural = lojas dos museus e palácios, Ajuda, Restauradores …) Feira do Livro dos Museus e Monumentos (descontos até 80%)
  • Até dia 22, no El Corte Inglês (Ponto de Informação, Piso 0), inscrições (grátis) para o curso História do Pensamento (por José Carlos Pereira; 7 sessões, às 15h30 de terças e quintas, com início a 5 de Junho) (www.elcorteingles.pt)
  • Abertas inscrições para a visita guiada Um Percurso pelo Modernismo Português: Bairro Residencial de Nova Oeiras, às 10h00, de 28 de Maio (0€; 214 408 536, 214 408 544, dct@cm-oeiras.pt)

Sexta-feira, dia 16

  • às 9h30, no Farol Museu de Santa Marta, Cascais, Faróis de Cascais, visita a este farol e aos faróis da Guia e do Cabo Raso (0€; inscrições fmsm@cm-cascais.pt, ou 214 815 328/9)
  • às 10h00, na LX Factory, início da 12ª edição do Open Day (a programação vai até às 28h00; detalhes: http://www.lxfactory.com/ficheiros/openday/openday_537357f3bd3a3_15_1.pdf )
  • às 11h35, TV5, Les Châteaux de la Loire (55’)
  • às 13h00, nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa, Antonín Dvořak (Terzetto e Quarteto de Cordas n.º 9), por Jovens Solistas da Metropolitana (0€)
  • às 16h03, TV5, L'Euro et Maintenant ? (debate, 57’)
  • às 18h00, no Parque Quinta das Conchas, Out Jazz: Trisonte (0€)
  • às 18h00, no Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria, Monte Estoril, recital de flauta e piano (N. Paganini e L. V. Beethoven), por Claudio Ferrarini (flauta) e Riccardo Sandiford (piano) (0€)
  • às 18h30, na Casa Fernando Pessoa, Recital a Quatro Mãos (Rachmaninov, Schumann e Liszt), pelos solistas da metropolitana: Anna Tomasik (piano) e Savka Konjikusic (piano) (0€)
  • às 21h00, no Teatro Ibérico, O Basculho da Chaminé, partitura de Marcos Portugal e libreto de Guiseppe Maria Foppa e A Saloia Enamorada, partitura de Leal Moreira (repete dias 17,18 às 17h00, 23 e 24 às 21h00 e 25 às 17h00; 12,5€ max)
  • às 23h20, na RTP2, Livre Pensamento - episódio 11/13: Portugal: Dívida Pública e Défice Democrático, de Paulo Trigo Pereira

Sábado, dia 17

  • das 10h00 às 20h00, no Jardim do Tabaco, visita ao NRP Álvares Cabral e ao NTM Creoula (0€)
  • às 11h00, no Museu do Azulejo, visita guiada, pela comissária Drª Alexandra Curvelo, à exposição O Exótico nunca está em casa?
  • às 12h10, na TSF, Encontros com o Património: Dia Internacional dos Museus - As Coleções criam Conexões
  • às 15h00, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, visita temática A Azulejaria da Fábrica da Pólvora de Barcarena, por José Meco (0€; inscrição prévia: 210 977 422/3/4, museudapolvoranegra@cm-oeiras.pt)
  • às 16h00, no Museu do Oriente, Quintetos de Sopros (Françaix, Favre e Ibert), por Jovens Solistas da Metropolitana (0€)
  • às 16h30, o CAM (Centro Arte Moderna da Gulbenkian), Blind Date - Encontros Inesperados: Eisen (5€)
  • às 17h00, no Centro Interpretativo Gonçalo Ribeiro Teles (Jardim da Gulbenkian), Conversas ao Entardecer: O jardim no judaísmo, com José Ramos (5€)
  • às 18h00, no Museu do Azulejo, Dia Internacional dos Museus 2014, visita guiada ao Museu (0€)
  • às 18h40, no Museu de Lisboa (Palácio Pimenta), Dia Internacional dos Museus 2014, palestra: A Ginginha Lisboeta, por Ana Marques Pereira (0€)
  • às 19h00, no Museu do Azulejo, Dia Internacional dos Museus 2014, visita guiada à exposição O Exótico nunca está em casa?, pela comissária Dr.ª Alexandra Cuvelo (0€)
  • às 19h30, no Museu Nacional de Arte Antiga, Antonín Dvořak (Terzetto e Quarteto de Cordas n.º 9), por Jovens Solistas da Metropolitana (0€)
  • às 20h00, no Museu do Azulejo, Dia Internacional dos Museus 2014, O Fascínio do Oriente: Cerimónia do Chá, Dança do Leão, … (0€)
  • às 21h20, na ARTE, Naturopolis - Et si Paris se mettait au vert... (52’)
  • às 21h30, na Basílica Real de N.S. da Conceição, em Castro Verde, 10º edição do Festival Terras Sem Sombra, Theatrum Sacrum: Obras-primas do barroco napolitano, pelo Cappella della Pietà de' Turchini (0€)
  • às 21h30, no Centro Cultural Franciscano - Largo da Luz, café concerto (5€=entrada, aperitivos e uma bebida)
  • às 21h30, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, Homenagem a L. Freitas Branco (L. Freitas Branco e F. Lopes Graça), por Solistas da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (0€)
  • às 21h30, no Palácio Nacional de Mafra, concerto Sons do Mundo (0 €)
  • às 21h30, no Auditório Carlos Paredes, concerto Homenagem a Édith Piaf, com António Vitorino D'Almeida e convidados (0€)
  • às 22h00, no Espaço Nova Morada . Paço de Arcos, Mostra de Teatro Amador de Oeiras: Não se ganha, não de paga, de Dario Fo, pelo Grupo Cénico Nova Morada
  • às 22h30, na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Dia Internacional dos Museus 2014: concerto, pelo New Music jazz Quartet
  • às 24h10, na TV5, Degas, Le Corps Mis À Nu (documentário, 52’)
  • às 25h02, na TV5, Gérard Garouste, Retour Aux Sources (documentário, 52’)

Domingo, dia 18

  • Dia Internacional dos Museus 2014 - Casa-Museu Medeiros e Almeida: abertura excepcional, entrada grátis, visita guiada às 16h00, seguida de cocktail
  • Dia Internacional dos Museus 2014 - Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves: visitas livres das 10h00 às 18h00
  • às 10h20, na ARTE, Metropolis – Vienne (43’)
  • às 11h00, no Museu do Azulejo, Dia Internacional dos Museus 2014, visita guiada à exposição O Exótico nunca está em casa?, pela comissária Dr.ª Alexandra Cuvelo (0€)
  • às 11h00, no CAM (Centro Arte Moderna da Gulbenkian), Um olhar sobre o peso e a leveza na obra de Rui Chafes, usando a aguada como técnica (0€)
  • às 11h05, na ARTE, Sublimes Bars Du Monde: episódio 3/4 – Drôle d’abri pour un cocon
  • às 11h30, na ARTE, Philosophie: Montaigne (29’)
  • às 12h00, na Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Dia Internacional dos Museus 2014: visita às reservas, por Maria Teodora Marques
  • às 14h30, no CCB, Pequeno Auditório, dia Óscar Lopes (0€)
  • às 14h30, no CAM (Centro Arte Moderna da Gulbenkian), A mão imaginante: um percurso pelo imaginário de João Tabarra em forma de diário gráfico (0€)
  • às 15h00, no Museu do Azulejo, Dia Internacional dos Museus 2014, visita orientada ao Museu e Convento da Madre de Deus
  • às 16h30, no CAM (Centro Arte Moderna da Gulbenkian), visita às reservas do CAM (0€)
  • às 16h40, na ARTE, LaM Lille métropole (museu de arte moderna e contemporânea; 50’)
  • às 17h00, no Jardim da Torre de Belém, Out Jazz: The Mingus Project (0€)
  • às 21h50, na RTP2, Memórias do Século XX – episódio 2/4: Eduardo Gageiro (50’)

Segunda-feira, dia 19

  • às 13h02, na TV5, Des Racines & Des Ailes: La nouvelle Seine; Tout un monde à Paris; Hôtels particuliers (110’)
  • às 17h00, na Academia das Ciências, conferência do ciclo Portugal e Espanha – através dos tempos, último século: A Cimeira das Lajes: Portugal e Espanha e a Guerra do Iraque, por Bernardo Pires de Lima (0€)
  • às 21h30, na Barraca (Largo de Santos, 2), Encontros Imaginários: Himmler (José Zaluar), Infante D. Henrique (Gomes Marques) e Che Guevara (Tino Flores) (7€)
  • às 21h30, na Casa da Achada, Les murs d'une révolution (1976, 8 min.), de Jean Paul Dekiss e Nós por cá todos bem (1978, 80 min.) de Fernando Lopes (0€)
  • às 22h00, na RTP2, Visita Guiada - episódio 12/13: Museu Nacional de Etnologia, Lisboa
  • às 23h20, na RTP2, Livre Pensamento - episódio (estreia! No site da RTP2)

Terça-feira, dia 20

  • às 8h50, na ARTE, Naturopolis – New York La révolution vert ... (52’)
  • às 12h30, na RTP2, Visita Guiada - episódio 10/13: Universidade de Coimbra
  • às 14h00, no Auditório Municipal Maestro César Batalha, Galerias Alto da Barra, Oeiras, Masterclass da História do Cinema O Melhor do Cinema Inglês (1935-2000): Um Lugar na Alta Roda, de J. Clayton (senhas a partir das 13h30)
  • às 17h00, no Auditório da Biblioteca da F. Ciências Tecnologia, Universidade Nova, Caparica, CineClube: The African Queen (A Rainha Africana), de J. Huston (0 €)
  • às 17h00, na Academia das Ciências, conferência do ciclo Portugal e Espanha – através dos tempos, último século: O Futuro das Relações Luso-Espanholas, por D. Eduardo Junco (0€)
  • às 17h00, no Auditório Municipal Maestro César Batalha, Galerias Alto da Barra, Oeiras, Masterclass da História do Cinema O Melhor do Cinema Inglês (1935-2000): Um Lugar na Alta Roda, de J. Clayton (senhas a partir das 16h00)
  • às 18h30, no Institut Français du Portugal, conferência-debate: Os exilados políticos portugueses em França face à Revolução do 25 de Abril, com Mário Soares, Teresa de Sousa, Manuel Villaverde Cabral e José Gil (moderador) (0€)
  • às 18h30, no Auditório do Instituto Cervantes, projecção: La hija del engaño, de L. Buñuel (0€)
  • às 21h20, na ARTE, Schulz contre Juncker - Le duel pour l'Europe (52’)
  • às 22h00, na RTP2, Entre Imagens - episódio 12/13: João Pina (25’)
  • às 23h30, na RTP2, Livre Pensamento - episódio ?

Quarta-feira, dia 21

  • às 12h30, na RTP2, Entre Imagens - episódio 10/13: Patrícia Almeida (25’)
  • às 18h00, no Museu N. do Teatro, debate: Museus de Futuro, o que Abril nos ensinou, com Simonetta Luz Afonso, Samuel Rego, António Carvalho, José Carlos Alvarez e Pedro Delgado Alves (moderador) (0€)
  • às 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, conferência do ciclo Livros Proibidos: História Universal da Infâmia, de José Luís Borges, com pedro Mexia e Ricardo Costa (moderador) (0€)
  • às 21h35, na ARTE, Écrivain d’O (63’)
  • às 23h20, na RTP2, Livre Pensamento - episódio ?

Quinta-feira, dia 22

  • às 7h38, na TV5, Mediterrâneo: Lisboa, Balkans, … (27’)
  • às 13h25, na Casa-Museu Medeiros e Almeida, Pausa para a Arte: Os cartonniers da Casa-Museu (0€)
  • às 18h30, no Grande Auditório da Gulbenkian, apresentação da nova Temporada da Gulbenkian Música (0€)
  • às 26h45, na ARTE, Yves Saint Laurent - Le dernier défilé (52’)

A seguir:

  • Dia 23, às 16h30, na Culturgest, ciclo Portugal – Propostas para o Futuro, conferência: Investimento para competir na Globalização, com André Jordan, Carlos Brazão, Pedro Lima e Fernando Bello (moderador) (senhas a partir das 16h00, com transmissão em http://www.culturgest.pt/)
  • Dia 23, às 17h00, na Mezzo, La Bohème, de Giacomo Puccini (2009; MET; maestro Nicola Luisotti, encenação Franco Zeffirelli, Angela Gheorghiu (Mimi) Ramón Vargas (Rodolfo), Ainhoa Arteta (Musetta), Ludovic Tézier (Marcello), Oren Gradus (Colline), Quinn Kelsey (Schaunard) e Paul Plishka (Benoit, Alcindoro); 132’; repete dia 27, às 17h00)
  • Dia 23, às 18h30, na Casa Fernando Pessoa, Premiados PEN Clube: Rosa Maria Martelo e Fernando Rosas (0€)
  • Dia 23, às 19h00, no El Corte Inglés, sessão do ciclo de conferências e debates Pensar Portugal: Educação e Liberdade de Escolha, com o autor Paulo Guinote (0€, inscrição prévia em: Ponto de Informação, Piso 0, ou relacoespublicas@elcorteingles.pt)
  • Dia 23, às 21h10, na ARTE, Naturopolis – Tokyo, de la mégapole à la ville-jardin (50’)
  • Dia 23, às 21h30, na Cinemateca, Oxalá, de A. P. Vasconcelos
  • Dia 23, às 22h00, no Café Saudade, Sintra, Saudade ao Vivo, com os Terraza
  • Dia 23, às 23h00, na ARTE, Mademoiselle Kiki et les Montparnos (14’)
  • Dia 23, às 27h30, na TV5, Mediterrâneo: Lisboa, Balkans, … (27’)
  • Dia 24, às 16h00, na Livraria Bulhosa (Entrecampos), leitura encenada A Selva, de F. de Castro
  • Dia 24, às 16h00, no Jardim da Parada, Instituto Superior de Agronomia, concerto Música na Floresta, com Orquestra de Foles (0€, inscrição prévia em concerto@isa.ulisboa.pt)
  • Dia 24, às 21h30, no Teatro-Cine de Torres Vedras, Temporada Darcos: A Bicicleta do Poeta (J. S. Bach, J. Eduardo Rocha, N. Côrte-Real e W. A. Mozart), com o Ensemble Darcos (5€)
  • Dia 24, às 21h30, no Café Saudade, Sintra, Leituras no Café Saudade (tertúlia literária): Poesia de Alberto Caeiro, dinamizadas por Vítor Pena Viçoso (0€)
  • Dia 28, às 18h30, na Culturgest, ciclo Estética e Política entre as Artes, conferências: Arte, dispositivos e operações, por Teresa Cruz e Será possível uma crítica de arte que não utilize categorias clínicas?, por Nuno Nabais (senhas a partir das 18h00, com transmissão em http://www.culturgest.pt/)
  • Dia 29, às 18h00, no Museu do Oriente, conferência Oriente e Ocidente: Entre a Fábula e a Geometria. Bordados Indianos da Colecção do MNAA, Teresa Pacheco e Patrícia Milhanas Machado (0€)
  • De 29 de Maio a 15 Junho, no Parque Eduardo VII, Feira do Livro
  • De 4 a 6 Junho, no no Salão Nobre do Palácio Azurara, Museu de Artes Decorativas Portuguesas/ Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, colóquio Luso-Brasileiro: A Casa Senhorial em Lisboa e no Rio de Janeiro (sécs. XVII, XVIII e XIX). Anatomia dos Interiores, (0€, inscrição prévia: 218 814 695, ou casa.senhorial.lisboa.rio@gmail.com).


Não deixe de consultar a matriz de exposições (clicando aqui pode descarregar ficheiro Excel).