2.7.13
1.7.13
o que significa Maria Luís nas finanças.
9. Polis
17:51
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Significa que já nem os ministros deste governo acedem aos pedidos de Passos. Creio firmemente que Paulo Macedo fez bem em recusar.
(Isto não é uma notícia. É uma análise. Não acredito que Passos seja tão bronco que não tenha convidado Paulo Macedo. E este recusou: não acredita no chefe, nem no resto da equipa, nem na coerência da coligação. E é suficientemente honesto para não ser capaz de fazer as palhaçadas com que Gaspar entretinha os correlegionários.)
duas postas sobre Gaspar no mesmo dia é obra.
9. Polis
17:01
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Depois de swap, ou, mentiras ajustáveis com rabo de fora, há que acrescentar...
Gaspar, o ministro de Estado que fazia gala de não ter sido eleito coisíssima nenhuma, levou longe demais o desprezo pelas instituições: ser governante e mentir ao parlamento, ser ministro e deixar que a sua "ajudante" minta no parlamento (ou andar a enganá-la e empurrá-la para isso), usar um assunto como os contratos especulativos para fazer baixa política e ao mesmo tempo proteger alguém que tinha andado com a mão nessa massa - não é que repugne a alguém deste governo, incluindo o secretário-adjunto que mora em Belém. Não, não foi por isso que Gaspar foi borda fora. Gaspar foi borda fora porque há eleições, muitas eleições à vista, e o "que se lixem as eleições" de Passos era apenas mais uma das inúmeras mentiras de Passos. Gaspar, na sua redoma, tornou-se inconveniente. Não esperem milagres. Embora, se o sucessor for Paulo Macedo, podem esperar mais algum bom senso. Também, "mais algum bom senso" nem sequer é difícil.
swap, ou, mentiras ajustáveis com rabo de fora.
9. Polis
10:00
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Governo admite que contratos swap foram abordados em reunião com Teixeira dos Santos.
Afinal, os responsáveis do Ministério das Finanças andaram a mentir sobre as suas responsabilidades no caso dos contratos swap. Eles foram alertados, mas não mexeram as canetas para tratar do assunto, talvez por a Secretária de Estado estar descansada sobre o assunto, já que tinha confiança no que tinha andado a fazer. Agora, caída a máscara, dizem que sim mas talvez: afinal houve informação, mas não era completa.
Mais, mais extraordinário: estes senhores, quando chegaram ao governo, esperavam que o governo anterior deixasse escrito como se deviam resolver os problemas. Em comunicado, o Ministério das Finanças "esclarece" que a informação deixada pelo governo anterior "sobretudo, não apontava para nenhuma solução" para o problema dos riscos orçamentais dos contratos. A informação deixada pelo governo anterior "não apontava para nenhuma solução"?! É mesmo isso que estes governantes escrevem no comunicado?! Percebemos agora: se calhar o Dr. Gaspar e a sua Secretária de Estado não esconderam o assunto tanto tempo para o usar na guerrilha política; se calhar só o esconderam este tempo todo porque estavam à espera que Teixeira dos Santos mandasse uns apontamentos a explicar o que havia a fazer para resolver o problema.







