14/07/12

um tratado de política à portuguesa.


Menezes avisa vice-presidente da Câmara para não repetir críticas a Relvas.

As declarações de Luís Filipe Menezes que constam desta notícia dão uma imagem pálida do que são os corredores da política à portuguesa. (Infelizmente, não estamos sós nessa matéria.)
Em resumo: as bocas que eu alimento não podem estar instaladas em cabeças que pensem autonomamente; quem não reconhece o protector acaba mal; como sou bonzinho, não mato à primeira. Este é o sentido real do que disse Menezes e o Público relata. Uma vergonha esta forma de fazer política, misturando partido, Estado, autarquia, dependências pessoais. E não rolam cabeças - a não ser, quem sabe, a do tipo que falou pela sua própria boca num momento de desvario (pensava que podia ter opinião própria).


Sem comentários: