06/12/11

tão ladrão é o que vai à vinha como o que fica à espreita.


Hackers revelam dados sigilosos do Freeport e Submarinos.
«O DCIAP é o último alvo conhecido que foi atacado por um grupo de piratas informáticos intitulado LulzSec Portugal. No domingo foi divulgado um documento confidencial, assinado pela directora, Cândida Almeida, sob o título Mediatização de processos da competência do DCIAP.» E o Público passa a relatar...

Isto significa que há piratas a assaltar instituições do Estado e há "jornais de referência" a receptar o produto do roubo?
Se eu receber ouro roubado, sabendo que é roubado, para o colocar no circuito "limpo", cometo um crime.
Se eu receber um documento roubado ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal, e colocar o documento no circuito "limpo" da informação ao público, sem que daí resulte um significativo serviço ao bem comum, é normal? aceitável? Ou está, quem isso faça, a comportar-se como mero receptador de bens roubados?
Eu pergunto, espero que alguém me esclareça, que eu não percebo nada de leis - e, pelos vistos, nem de deontologia - pelo menos, da deontologia que se pratica na nossa "comunicação social".

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