08/12/11

à pluralidade dos votos.


O principal problema político que a UE tem para resolver, quando tentar "atacar a crise" nessa cimeira que está para começar, é este: a democracia e a eficiência são compatíveis?
Quer dizer: a única forma de desatar o nó da crise do euro é ignorar o que os povos e os países tenham a dizer à pluralidade dos votos? Se as instituições funcionarem de modo a que as vozes sejam sopesadas, isso será um impeditivo do necessário ataque à crise? Esta é a equação mais geral espetada como uma espinha no pescoço da Europa.
Acompanhar o que aí vem em termos europeus é importante, em todos os pormenores e diferentes visões. Só que, se os nossos "líderes" se mostrarem incapazes de meter democracia e eficiência no mesmo saco, em verdade vos digo: estamos tramados e não nos safaremos com melhores rodriguinhos tratadísticos.

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