26/05/11

o aborto na campanha


Não brinquem com coisas sérias, pode ser?

2 comentários:

Anónimo disse...

Mas quem brincou? Louçã que disse que Passos Coelho falava para uma "minoria radical" - referindo-se assim aos mais de 500000 participantes dos vários movimentos pró vida e pró família em Portugal? Passos Coelho, que alterou de tarde o que tinha dito de manhã. mas, felizmente, manteve a porta aberta se a proposta surgir no parlamento? Ou Portas que, com sensatez, disse estar na altura de avaliar a lei? Jerónimo limitou-se à K-7 dos abortos clandestinos (deve preferir o SNS que paga abortos a quem faz mais de 2 num ano!!) e Sócrates nem se percebeu o que disse (desde que em 2008 aprovou o subsídio de maternidade para as mães que abortam devia estar calado meditando sobre Godot)....
Henrique de Souza Aevedo

Porfirio Silva disse...

Brincou quem trouxe o tema do referendo para a campanha eleitoral neste momento. Misturando eventual revisão de certos aspectos da lei com um novo referendo. Parece que, para alguns políticos, o "tema da vida" é um tema de ganhar votos como qualquer outro. Lamento. Parece que o Eduardo não lamenta. Assunto encerrado.