12/02/11

paisagens


As esculturas submarinas de Jason de Caires Taylor criam uma paisagem original, já que as suas obras se tornam recifes artificiais, atraindo a vida marinha e entrando no jogo de mudanças do que está exposto às influências do meio. É beleza que deixo no fim de semana dos passantes.

Jason de Caires Taylor, A evolução silenciosa,
400 figuras em tamanho real, a 9 metros de profundidade, Isla Mujeres, México

Jason de Caires Taylor, A evolução silenciosa, detalhe

Jason de Caires Taylor, A evolução silenciosa, detalhe

Jason de Caires Taylor, Vicissitudes
26 figuras em tamanho real, a 5 metros de profundidade, Granada, Índias Ocidentais

Jason de Caires Taylor, O correspondente perdido
a 5 metros de profundidade, Granada, Índias Ocidentais


2 comentários:

rauau disse...

Revi mentalmente as esculturas soterradas chinesas,instaladas em ordem rígida para permanecerem inalteradas na guarda e eternização do poder imperial. A opacidade da terra e a transparência da água. Ocultar para sobreviver, mostrar para viver, fazer parte.
Que chova a potes e potes para lavar e atordorar as obscuras vontades de permanência sem pertença. Abraço!

Porfirio Silva disse...

Agradeço que esse contraponto tenha sido aqui deixado à reflexão dos passantes que sabem ler.
Outro (abraço).