04/10/10

bem prega frei tomás


Convém saber que nem todos os que pregam a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa têm ideias lineares sobre a forma de passar essas pregações à prática. É útil saber que alguns, ao mesmo tempo que reivindicam para si a iluminação dos justos, o gládio dos imperadores e o arbítrio dos deuses na determinação do interesse comum (como se o "A Bem da Nação" fosse carimbo que guardam lá em casa), desprezam toda a palavra que não corrobore a sua cartilha ou mostre à luz do sol o luzidio das suas carecas descobertas. Trata-se, note-se, de gente perigosa, por serem exemplares da raça dos que invocam a democracia para melhor a sabotar - usando-a como álibi dos seus truques de algibeira. Já se sabe o lixo que por aí vai nos jornais, lixo que há muito ultrapassou, descendo, as célebres terceiras páginas daqueles tablóides ingleses que se ilustravam desmesuradamente com exemplares bovinos de ocasião. O que nem todos sabem é que Fausto se requinta sempre e sempre e sempre. Até chegar a isto que aqui se relata e que é um nojo: promiscuidade e perversão, for the record: a resposta de josé augusto rocha a josé antónio cerejo e a josé manuel fernandes, pela pena de Fernanda Câncio, no jugular. Serviço público.

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