24/06/10

manuela no país dos tontinhos (in)úteis


A justiça, a política e a comunicação social.
Passo a citar:
«(...) o advogado da senhora desconhece a lei e entregou a dita queixa no DIAP em vez de a entregar na secção criminal do Supremo Tribunal de Justiça; o procurador adjunto do Ministério Público também desconhece a Lei e, em vez de remeter a denúncia para o Tribunal competente, abriu inquérito e encaminhou para o juiz titular do 4º juízo do Tribunal de Instrução Criminal o pedido de constituição de arguido do primeiro-ministro; o Juiz do Tribunal de Instrução Criminal também desconhece a Lei e pediu à Assembleia da República autorização para a constituição de arguido. A comissão de Ética da Assembleia da República já informou o senhor Juiz que não está nas competências do parlamento autorizar o bizarro pedido. Parece que alguém já explicou a todos estes «operadores de justiça» que desconhecem a Lei e que todos os seus actos são nulos. São nulos, mas produzem efeitos. Não na Justiça, mas na comunicação social.»
Por Tomás Vasques.

1 comentário:

MFerrer disse...

Só me pergunto se de facto esses magistrados já abandonaram as baias da decência e se estão, como parecem, de cabeça perdida?
Mas alguém no seu perfeito juizo achará que este país pode continuar indefinidamente a ser desorganizado, analfabeto, pedinte internacional e a suportar classes de seres superiores, de aristocratas da política, do ensino, da MAGISTATURA, mais um sindicalismo do sec. XIX , sem que haja gravíssimas consequências?
Eles acham mesmo que temos que os aturar?
Que em desespero, não podemos emigrar todos?