18/06/10

a direita, as presidenciais, os católicos e as teorias


A propósito deste post da Joana, ou até ainda mais a propósito do debate que lá corre na caixa de comentários, eu avanço que também tenho a minha própria teoria da conspiração sobre a matéria. Em resumo, é como segue.

O cardeal patriarca de Lisboa, que será um esquerdista encapotado, além de ser também outras coisas discretas igualmente inconfessáveis, quer dar o seu silente e maquiavélico contributo (os cardeais sempre foram os melhores cultores de Maquiavel) para a eleição do candidato presidencial da esquerda. Com esse fito, anda a picar os católicos conservadores para arranjarem um candidato a Belém, que supostamente, mais do que baralhar as contas de Cavaco, lhe embrulharia o discurso em ainda maior opacidade. As "senhoras católicas" estão, pois, por vias travessas, a jogar o jogo do inimigo, coisa que só a fina psicologia do cardeal seria capaz de engendrar.

Adoro inventar teorias da conspiração...

2 comentários:

Joana Lopes disse...

A minha parte na tal teoria da conspiração foi concretizada em muitas aspas: «Sabe-se», «diz-se», etc. Apenas para evitar: «Segundo fontes geralmente bem informadas...»

Porfirio Silva disse...

Sei, Joana. O meu post não pretendia ser uma crítica ao seu. Aliás, já estava pensado antes de ler o seu... mas o debate na caixa de comentários, na sua Rádio Entre as Brumas, empurrou-me!