05/05/10

de vez em quando, minudências

 
 
Se um economista, ou Economista, ou Doutor Economista, ou Professor de Economia, ou "economista", num certo dia escreve prolixamente que X e, passados meia dúzia de meses escreve, ainda prolixamente, que não-X, sempre com a mesma convicção, certeza axiomática e assertividade, que havemos de pensar? Que tudo é relativo? Que tudo depende da interpretação? Ou, simplesmente, que tão tolo é o profeta como quem lhe dá ouvidos? 
 

2 comentários:

Francisco Clamote disse...

Porfírio, chamar a atenção para a incoerência de certa gente, capaz de defender, ontem, com aparente convicção, uma coisa e hoje outra,com a mesma convicção amanhã outra, não é propriamente uma minudência.É sim chamar a atenção para a credibilidade dessa gente e nos dias que correm isso é importante. Abraço.

Porfirio Silva disse...

Francisco, só é "minudência" porque o "artista" que eu tinha em mente é uma minudência... É claro que a este modelo há muitos mais por aí a corresponder e, então, sim: já não é minudência nenhuma. Abraço